sábado, 28 de março de 2009

O VEREADOR DESEJA E NÓS PAGAMOS



Como é bom sair candidato e ganhar as eleições, sentir o gosto do poder, por mais que pareça irrelevante para alguns, é com certeza sinônimo de status para outros. É uma belezinha poder servir a cidade, com um caixa gordo e com recursos para negociar, votar e alcançar as ferramentas necessárias para causas próprias. Poder desejar um carro, celular, assessor é realmente importante para enfrentar os problemas da difícil jornada de trabalho semanal de 3 horas dos nossos vereadores, contando os eventos para dá uma média boa, certamente nunca saberemos os nomes destes que sugeriram ou tentaram negociar a presidência da câmara com este pensamento. Mas fica o alerta que se passou tal pensamento na cabecinha de algum deles, precisamos ficar atentos, pois outros pensamentos maus virão pela frente. È um grande desafio para nossos eleitos, ter que renunciar a tais tentações. Quer dizer se não tiver nenhum vereador chorão que gritará mais alto que os outros e para consolá-lo ter o pedido realizado, pois são três desejos maravilhosos e tentadores. Contudo fica o protesto de uma voz que “deseja” ter um vereador capacitado, que busca a verdade das pessoas, que orienta e ajude os menos privilegiados, que não desapareça nos próximos (4) quatro anos, que não doe remédios, cestas básicas e faça favorecimentos em troca de voto, que não vote em projetos por ter vantagens, fica o desejo de uma voz que busca o perfil de um herói sentado naquelas cadeiras e com o espírito aberto busque soluções inteligentes para nossa cidade, fica o desejo de uma voz que gostaria de ter um político menos prepotente e mais caridoso no sentido de enxergar e acolher com prudência o que a sociedade deseja de seus lideres e não se deixe influênciar. Bom não me negue o desejo de pelo menos sonhar utopicamente.


Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

VILA NOVA NA SECA

Já não bastasse o pó de serra, e novo barulho que apareceu nestes últimos meses da Eucatex, e o nosso vice-prefeito alegar que a Vila Nova é a última de suas preocupações. Agora passamos por mais um perrengue, a falta de água, toda semana falta água, justamente na hora do rush, as 17hs00 e só volta depois da 1hs00, nesta semana faltou quinta, sexta, sábado, pulou o domingo graças a Deus, e ontem segunda feira dia 24 de novembro a partir das 17hs00, e o pior a água quando vem esta pelo menos com 60% da força que costuma vir, nem sobe na caixa. Tem um monte de explicações não convincentes, pois se já era sabido do provável problema, por que não agiram antes, porque esperaram até agora, há é esqueci a Vila Nova é a minoria da população saltense, não é importante politicamente, não elege vereador, não afeta no princípio eleitoreiro. Peço ao jornal que não dê explicações, nem buscar respostas, queremos soluções, nem perca tempo, pois todas já sabemos de antemão, é só estou reclamando por que gosto de aparecer, de me expor, de por minha cabeça a prêmio, de ser perseguido, ser mal visto junto aos políticos, adoro polemizar, inventar assunto que dói no calo de político. A minha vida está pautando em falar mau e elogiar nunca. Contudo é obrigação do poder publico fazer o que tem que ser feito, e não enrolar, pois temos 10% de aumento de impostos, e 30% a menos de eficiência administrativa, mas descobrimos porque ta faltando água na “Vila Nova e outros bairrinhos insignificantes de nossa cidade”, tem mais uma fonte que dança pintando por ai, é vocês vão ver. Pra que tomar banho, lavar louça. Olhar água pulando é mais interessante, tira os stress, eu só quero saber de uma coisa, me respondam por - favor se falta água na casa dos administradores de nossa cidade na mesma proporção. Pelo menos sejam solidários conosco.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”
“Voto não tem Preço tem Com$equencia$”

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

SENHORINHAS DO JD. MARILIA


Que legal ver o povão reunido como voluntários e destemidos praticarem um ato tão importante para aqueles que mais precisam. Deixando seus afazeres, seu descanso de final de semana e ir bater de porta em porta para o “NATAL SEM FOME”, coisa de louco é que naquele momento único, são todos iguais, não tem classe social, não tem posturas, casas bonitas, carrões, todos podem doar, como podem ser voluntários. È emocionante e envolvente sorrir no não à porta como o sim da sacola cheia, você está por uma causa, tão nobre e sublime, que o cansaço, a fadiga não o deixa cansado, mas revigorado pelo seu eu interior, que comovido vê pessoas simples darem mais do que o necessário. Não posso omitir e não falar das Senhorinhas do Marilia, que eram sem teto e graças a Pastoral da Moradia alcançaram o sonho da sua casinha. Incansavelmente há vários anos saem às ruas para o “NATAL SEM FOME”, e deixa a gente comovido e com lágrimas aos olhos é que elas precisam mais do que a maioria que vai receber a cesta de natal. Podiam ficar em suas casas e ninguém, mas absolutamente ninguém as julgaria, mas não, elas estão lá junto da gente carregando as sacolas pesadas e com uma disposição pra lá do entendimento de um simples cristão, pois vão receber a mesma cesta, nem um quilo a mais que os outros vão receber. Sem privilégios, sem mordomias, além de tudo sempre são as últimas a ir embora, e além de bater nas casas, ajudam a montar as cestas. E tanta gente que tem forças, saúde, dinheiro, mordomia e não se comove e nem respondem o chamado a porta. Meus parabéns “SENHORINHAS DO JD. MARILIA” vocês são minhas heroínas.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

terça-feira, 11 de novembro de 2008

BASTIDORES DA POLÍTICA - DÁ ENJÔO


Como sempre estamos discutindo a respeito do papel político, de atitudes e tudo que envolve política, ficamos cada vez mais apreensivos e impactados com o ego dos políticos. Olhe acompanhar os trabalhos na câmara não é uma missão fácil, fazer com que os políticos, sejam melhores então, ai que dor de cabeça. Primeiro que acham que somos intrusos e palpiteiros e que não sabemos de nada e pior realmente temos que dar razão. A grande verdade é que por trás dos bastidores da política é que acontece tudo, os ensaios são realizados antes, as manobras, as articulações, palavras bonitas, mas num contexto horrível, onde os interesses pessoais gritam mais alto, ($) e o resultado já está determinado, as peças já são encaixadas antes, e os “tontos” que acompanham as decisões políticas que pagamos o ingresso com impostos, assistimos a uma trama bem elaborada, para ver um cenário já armado e os atores bem ensaiados, onde as decisões já foram acertadas e foram pré-estabelecidas, e nós os “bobinhos da corte” que pregamos a ética, a caridade política social, o dever cívico com a realidade humana cheia de anseios e necessidade. Ficamos no camarote como simples expectadores vendo o aumento de salário para os vereadores, encobrindo a ilegalidade das sessões extraordinárias, aumento do impostos (IPTU/ESGOTO), vemos uns acordos de cargos de confiança e trocas de favores para os derrotados. E daqui para o final do ano ganhar por não fazer nada, pois as sessões não estão durando mais do que 1 hora. Quem ganhou não precisa se esforçar, tem mais quatro anos, quem, perdeu trabalhar pra quê está de “Aviso Prévio”.
“VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CON$EQUÊNCIA$”.


Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

DEFENSORES DE CAUSAS: ELEITOS

DEFENSORES DE CAUSAS: ELEITOS



Algum tempo atrás divulgamos que era importante o candidato ter uma causa, uma bandeira, pertencer a um grupo organizado, comunidade, para que tivesse mais chances de ser eleito. Alguns exemplos, dos que foram eleitos: Raisulli-movimento rip rop, negros, Garotinho- juventude, Willhes – renovação carismática, Lafaete – Igreja e um bairro forte que voto no candidato local, Álvaro Pacheco defensor dos animais abandonados, Eliano-esporte, Milton Bom bom – comerciante, empresário, Luizão –ajuda famílias nos velórios, e pertence a um bairro que vota no candidato local, causas nobres ou não foi um dos motivos mais fortes para poderem serem eleitos, como outros candidatos que ficaram de fora, mas foram bem votados por terem uma identificação. Beneficiaram-se e foram lembrados, alguns mais como assistencialistas outros não, e não precisa ser muito esperto, para ver que estes fatores foram importantes na hora de escolher em quem votar. Pois o eleitor entre tantos candidatos, desconhecendo a maioria tem pelo menos um fator que o ajuda na escolha, se identificando com aquela bandeira defendida pelo candidato, sabendo que pelo menos isso ele defenderá. Não estamos aqui afirmando que é fator determinante para ser eleito ou mesmo que é certo ou não e sim avaliando uma situação que parece ser positiva enquanto candidato e que ajuda a ser eleito. Para aqueles que foram eleitos que sejam bem sucedidos em seus mandatos, para aqueles que não deu desta vez, que façam bons trabalhos em suas comunidades, e seja reconhecido o seu valor na próxima.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

DEFENSORES DE CAUSAS: ELEITOS

DEFENSORES DE CAUSAS: ELEITOS



Algum tempo atrás divulgamos que era importante o candidato ter uma causa, uma bandeira, pertencer a um grupo organizado, comunidade, para que tivesse mais chances de ser eleito. Alguns exemplos, dos que foram eleitos: Raisulli-movimento rip rop, negros, Garotinho- juventude, Willhes – renovação carismática, Lafaete – Igreja e um bairro forte que voto no candidato local, Álvaro Pacheco defensor dos animais abandonados, Eliano-esporte, Milton Bom bom – comerciante, empresário, Luizão –ajuda famílias nos velórios, e pertence a um bairro que vota no candidato local, causas nobres ou não foi um dos motivos mais fortes para poderem serem eleitos, como outros candidatos que ficaram de fora, mas foram bem votados por terem uma identificação. Beneficiaram-se e foram lembrados, alguns mais como assistencialistas outros não, e não precisa ser muito esperto, para ver que estes fatores foram importantes na hora de escolher em quem votar. Pois o eleitor entre tantos candidatos, desconhecendo a maioria tem pelo menos um fator que o ajuda na escolha, se identificando com aquela bandeira defendida pelo candidato, sabendo que pelo menos isso ele defenderá. Não estamos aqui afirmando que é fator determinante para ser eleito ou mesmo que é certo ou não e sim avaliando uma situação que parece ser positiva enquanto candidato e que ajuda a ser eleito. Para aqueles que foram eleitos que sejam bem sucedidos em seus mandatos, para aqueles que não deu desta vez, que façam bons trabalhos em suas comunidades, e seja reconhecido o seu valor na próxima.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

ELEIÇÃO INJUSTA?

ELEIÇÃO INJUSTA?


Recebemos várias criticas por estes dias a respeito do Comitê 9840 e a Pastoral Fé e Política, por não apresentarem um resultado satisfatório em relação às eleições 2.008. Não sei se seria porque a maioria era candidato e não alcançaram a tão sonhada cadeira da vereança. Queria reiterar que nosso trabalho não foi e não será de caça as bruxas e sim conscientização. Também esclarecer que a justiça eleitoral para caçar uma candidatura deve ter provas, testemunhas e não simplesmente relatar uma ocorrência eleitoral irregular e pronto, seria muito leviano. Aqueles candidatos que utilizaram de caminhos escusos, que não foram corretos, temos a certeza que praticamente todos não foram eleitos. Este foi o “castigo” que receberam a justiça do voto. Infelizmente também bons candidatos ficaram de fora, isto se chama democracia, onde todos têm o direito de concorrer, uns mais preparados, outros menos e quem convencer mais será eleito, é simples. Nossa missão enquanto “Pastoral”, é fornecer esclarecimento na ótica cristã, para entender como um político deveria agir de acordo com a doutrina social da Igreja. Assim cabe ao eleitor, avaliar e votar. Se isso é injusto ou não é uma questão subjetiva, cada um vê o que quer enxergar.

Valter Berlofa Lucas
PASTORAL FÉ E POÍTICA
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

Jornal Taperá

Jornal Taperá
Valter Berlofa (Video)no Lançamento do Livro de Valter Lenzi "120 anos de Imprensa Saltense"

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

VILA NOVA MARGINALIZADA


A Vila Nova, um bairro que de novo não tem nada, hoje pode considerar um dos bairros mais antigos de Salto, sempre esteve à margem da sociedade saltense, parece que não existe para o governo saltense. Principalmente a parte baixa, às margens do Rio Jundiaí, com sua poluição e cheiro às vezes insuportável, com suas enchentes, afetando diversos moradores que possuem suas casas como quintal o rio. Falta água pelo menos uma vez por semana. E tem como gratificação a intocável Eucatex, uma empresa que não se pode criticar, não pode ofender, não pode ao menos comentar o seu lado negro. Revestida de uma paixão saltense, onde o amor cega o seu lado obscuro, aquele que todo mundo vê a traição, e se omiti em dizer, temendo as conseqüências e possíveis represálias. Nós que moramos na Vila Nova, somos as vitimas e não os vilãos dessa história. Uma indústria consagrada, que realmente tem uma história de glórias mil, fornecendo bons empregos, sustentou por décadas a vida saltense, mas têm que ser apontado suas falhas, não de um ímpeto raivoso, mas através de um grito de socorro sufocado, mas explicito. Uma indústria que traz um barulho noturno acima do recomendado por lei, uma fumaça que de dia é branca e a noite é escura, o pó de madeira que enche nossos pulmões e casas, como se fosse normal, e devemos dizer graças a Deus por ela existir? Como podemos aceitar passivamente os efeitos de uma morte lenta pela poluição, como estivéssemos anestesiados. E o pior onde para as autoridades saltenses, tanto os vereadores como o prefeito, engoliu uma palestra cheia de palavras bonitas, conversa de investimentos de milhões e gráficos dada pelo dono da empresa que nem se estivesse surtado diria em sã consciência que sua empresa esta massacrando um bairro, e poluindo o meio ambiente, como uma pesquisa realizada pela própria empresa dizendo que o bairro está feliz, pode ser levada a sério. Sentimos-nos como Pinóquio, dizemos a verdade, mas com efeito de mentira. E ainda premiam com décadas de isenção de impostos e privilégios que qualquer outra indústria saltense jamais obteve.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
Cidadão e morador da Vila Nova
PASTORAL FÉ E POLÍTICA E VOTO CONSCIENTE



Estamos satisfeitos pelo trabalho realizado ao longo destes anos, buscando democratizar o exercício da CIDADANIA, fazendo com que o eleitor tenha consciência da sua importância no período eleitoral e fora dele. Que o político possa pensar um pouco mais naqueles menos privilegiados. Trabalhamos ativamente organizando assembléias, encontros, seminários, nas campanhas da fraternidade com suas mesas redondas. Alcançando a juventude, adultos e nossos queridos senhores (as) da terceira idade com sua sabedoria adquirida ao o longo dos anos. Estivemos sempre destacando nosso papel de cidadão, onde podemos sim alterar a forma de fazer política. Participamos das sessões da câmara, mesmo a contra gosto de muitos políticos, palpitando, levando a nossa opinião junto ao povo saltense, que com muito carinho nos acolheu e nos incentiva a continuar. Sabemos que não podemos mudar a cabeça de todos, mas temos a certeza que já plantamos muitas sementes. Mesmo que para muita gente nossa luta é alienada e inglória, mesmo achando que não podemos vencer nosso dever com cristão é levar o amor cristão, não importa aonde e como, sempre terá alguém ouvindo e quem sabe se convertendo, e porque não pensar que tanto os eleitores como os políticos podem mudar e tomarem consciência da caridade cristã. E começar a pensar naqueles que mais precisa. Vote certo, vote consciente, escolha não somente pela beleza, pela simpatia, pela riqueza e tanto outros adjetivos, mas observe sim a honestidade e competência. Que agregados são poderosos requisitos para um futuro bom político.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”