quinta-feira, 10 de março de 2011

Especial Nochevieja con José Mota 2010 - Un papa americano

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Um Feliz Natal

Nesta época que reluz os mais diversos sentimentos, onde as lembranças passadas, de alegrias e tristezas nos comovem, tanto pela saudade de não poder reencontrar mais ou pela ausência por tantos outros motivos.

Vamos procurar nos novos amigos, nos novos conhecidos, naqueles que de alguma forma ainda se encontram próximos e buscar neles o verdadeiro sentindo do que nos move a viver.

Vamos acolher estas pessoas que estão ao nosso lado, que nos amam, que aprenderam a nos respeitar e que também aprendemos a AMAR.

O NATAL é o símbolo das festas, da alegria em família da valorização dos amigos, assim não vamos deixar que os sentimentos regrados pela nostálgica saudade nos impeçam de ser feliz.

A reconciliação é bem vinda, mas o perdão é o principal, um coração que não perdoa, não reconhece a paz.

Queria apenas pedir perdão pelas vezes que não fui um bom Amigo, um bom companheiro, um bom esposo, um bom irmão, um bom Pai, um bom filho.

Que o Natal traga todas as felicidades possíveis. E a Paz de espírito que tanto desejamos.



Valter Berlofa Lucas

Eucatex Mata a Pó

Acham o título pesado, pois não é, pelo contrário é muito leve, tão leve que é carregado pelo vento e entra nas entranhas do povo saltense, daqueles que elegeram os tais que ai está governando nossa cidade. Agradeço aqueles vereadores que dobraram os joelhos diante da influência econômica desta empresa.
Nossas reclamações são exageros, engolimos o pó porque é gostoso e saboroso, o tempero das nossas casas expelido pela poderosa EUCATEX, a intocável, a inatingível, na supremacia de sua tão bela e encouraçada torre de Pó, que agracia com a sua imponência, o seu azul majestoso
Queremos respirar este ar marrom que a natureza da Eucatex tão gentilmente nos oferece.
Claro que devemos esperar até 2.012, que mal tem em engolir este ar, que mal fará as nossas crianças, pois é de graça, apreciamos esta generosa oferta “Eucariteana”.
Quem sou para recusar, sou um mero gritante de voz pálida e que nada significa que apenas faz a dança da chuva para o temível ar majestoso desta que se mostra intransponível, deixe nos alcançar com sua avassaladora nuvem de pó.
Esta empresa que tudo faz por Salto. Há!Há!Há! Que não pode ir embora, falar mal, ameaçada, pois se espantá-la esta misera cidade se tornará uma cidade fantasma. Quanta dependência, quanta demagogia, quanta covardia de nossas autoridades.
Um pó marrom, com um gostinho ardido de Eucalipto.
Para todos,
Presente de Natal
Valter Berlofa Lucas – Pastoral Fé e Política- Morador da Vila Nova

terça-feira, 20 de julho de 2010

Políticos: FICHA LIMPA X FICHA SUJA
Uma das maiores conquistas das últimas eleições, onde os candidatos precisam estar em ordem com a justiça, para poder candidatar-se, os corruptos e degenerados terão que rebolar para apresentar sua candidatura. É certo que grande parte tem uma “FICHA DIFICIL”, difícil de acreditar, aceitar, compreender e reconhecer como homens de bens. E infelizmente vemos a justiça que insiste em continuar cega em alguns casos não querendo ver que precisamos acordar para extirpar estes caras que de nada nos servem, e vêem na política um meio de enriquecer e ter poder, explorando os eleitores na sua cegueira passiva, que acreditam facilmente em discursos e gestos ilusórios.
O interessante que mesmo estando irregular e comprovadamente tendo uma Ficha Suja, até mesmo estando condenados, insistem em apresentar candidatura. E a justiça perdoando estes sujeitos que ignoram a moral e a ética nos fazendo sentir traído pelas nossas próprias leis. Que deixam estas pessoas perdurarem pendurados na rede de corrupção.
A pergunta é, qual vale mais a ficha limpa ou a suja em quem vai votar? Naqueles que sabemos que tem ficha suja e foram “perdoados pela justiça” ou naqueles que temos certeza de não deverem nada para a sociedade?
Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”

segunda-feira, 15 de março de 2010

O NATURALISTA DA CORRUPÇÃO

Na sistemática política de nosso país, tornou-se tão óbvio a corrupção política, que pré-candidato a “filiação”, já se deve apresentar um currículo diferenciado. Como? Vou explicar dados do perfil, quando criança trapaceou no jogo de bolinha de gude, tacou guspe na mão no bate-bafo, em quantas provas utilizou a maravilhosa cola, quando jovem mentiu com cara de pau ou sem cara de pau para seus pais dizendo que ia à casa de amigos e saiu para a balada, tudo na mais santa inocência, tudo isso fecha uma boa proposta para aprovação acadêmica da política. Com estes sintomas de uma vida de enganos naturais a idade, potencialmente pode se transformar num corrupto profissional naturalista. Aquele que está em plena comunhão com a natureza corrupta, despido de ética, de escrúpulos, de moral, consciência, tudo faz parte do processo, tem que ser deste modo, as negociatas são o sustento do meio, os interesses da maioria são satisfeitos quando levo vantagem, decisão tomada a partir da lista de interesses, da lista de quem financiou a campanha. Dar panetone recheado de dinheiro é caridade, só esquecendo de entregar ta tudo bem, gente vocês não entendem é assim que funciona, a caridade para o meu bolso, como ser um político naturalista sem ser normal despido de interesse emocional, tem que compreender o político precisa estar aprovado nesta academia naturalista da corrupção, ser cara de pau, e ver tudo pelo lado paz e amor, coitadinho dos políticos, se não for assim será expurgado, condenado, não será reeleito, é uma questão de status estar na mídia, o cara passa a ser doutorado em corrupção, ele foi pego e se livrou, passou com nota máxima. Vamos lá, vamos refletir e impedir que essa academia continue, que este campo de políticos corruptos naturalistas se multiplique, sejamos mais seletos no nosso voto, e buscar pessoas capazes de mudar esta história de corrupção, cansar até pode, mas desistir nunca.

Valter Berlofa Lucas
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Um Prefeito que Parece Triste

UM PREFEITO QUE PARECE TRISTE

Em muitos anos de convivência na política saltense, longe da ânsia partidária, comentando os ditames políticos, as conseqüências de vários atos de nossos políticos saltenses, me coloco a vista de uma figura, que muito me marcou e confesso admiração durante o seu pleito legislativo, e agora o então prefeito da Estância Turística de Salto Sr. Geraldo Garcia. Não quero aqui fazer uma defesa ou usurpar destas linhas e denegrir a imagem de ninguém, no entanto há algum tempo estou a observar nosso prefeito nas raras vezes que o vejo em publico, certo que são meus olhos e não estou para influenciar ninguém, mas na minha particularidade não consigo me calar, e sabem que gosto de expressar o que penso. Vejo o então prefeito numa vestimenta de profunda desolação, uma imagem triste num quadro melancólico, que parece que o poder não lhe subiu a cabeça, mas lhe deu um fardo tão pesado que arcado pareça o tempo todo. Escorregadio nos seus gestos, e numa defensiva sem igual, como se tudo que faz deve ser entendido e pronto. Parece sempre estar correndo de algo. Alguns anos atrás em uma conversa particular antes mesmo de ser candidato a prefeito, perguntei se seria candidato a tal cargo do executivo, e me respondeu bastante aflito, perco meu sono pensando nisso. Aquelas palavras sempre ecoam em minha mente toda vez que o vejo, lógico que realmente é uma decisão muito importante digna de perder o sono de qualquer pessoa com bons ideais. Mas o tom e a sinceridade de suas palavras me fazem sempre refletir, o qual o preço de uma vida publica. Se realmente vale a pena, mesmo que seja por valores absolutamente corretos. Enfim espero que seja apenas uma má impressão e não passe apenas de uma opinião e não um fato.

VALTER BERLOFA LUCAS
PASTORAL FÉ E POLITICA
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

domingo, 13 de dezembro de 2009

O SUCESSO DE SER VOLUNTÁRIO

Em tempos de tempos confusos, onde é para fazer seca, chove e onde é para chover, faz seca. Onde homens matam sem motivo, por simplesmente discordar ou querer roubar, não valorizando a vida, desafiando a natureza, como se conseguisse dominá-la. Onde guerras acontecem por motivos banais que ao final não se sabe o que se sabia, pois ficou tão sem nexo que ao final pergunta-se, porque mesmo se guerreou. Onde os sentidos das coisas se perderam e os valores morais escureceram e desapareceram em meio ao mundo caótico, complexado, frustrado e aturdido pela empáfia de uma sociedade. Onde as pessoas acabam não se incomodando mais com a desgraça alheia, olhares nas TVs, que demonstram com tanta veemência a situações inúmeras de desespero humano e acabam achando que tudo é normal. E tem que acontecer inundação, assalto, assassinato, chacina, terremoto, maremoto, prédios racharem, casas desabarem, morros destruírem vidas, pois entendemos que somos culpados desta sociedade estar desvirtuada, jogamos para nós mesmos as responsabilidades de estar tudo um caos. Tudo bem e daí aceitar a culpa é até bem simples ao contrário de desafiá-la e partir para defesa ou ataque como queira definir. Ter a coragem e sair do comodismo e fazer a sua parte, sua pequena porção de colaboração para reverter a situação, sem desculpas de que uma andorinha não faz verão, no entanto nada que um monte delas para transformar-se em um espetáculo .O comodismo é tranqüilo, gostoso cômodo, e sem culpa, pois se não faço ninguém pode me julgar pelo que não fiz, não apareci, ninguém me vê e fico a espreita oculto e seguro na minha posição de nada fazer. Então levantar e sacudir a poeira da desilusão, da mediocridade, da covardia e fazer algo a mais do que deveria, do que poderia, porque não, ser um herói, não da massa, mas que seja de um só, estender a mão nem que seja para apontar um caminho, nos faz tão bem, transforma a alma, purifica o coração, bate tão forte que a emoção de ver um sorriso de agradecimento tamanho não há, o corpo treme, o peito aperta e o fôlego quase se esvai diante de uma criança feliz, de um velho voltar a ter esperança, de um doente voltar a sorrir. A doação de um tempo ínfimo pode valer por gerações, recuperar a vida alheia perdida pelos caminhos transviados pelas desilusões do destino. Isto tudo nos mostra o quanto uma simples palavra amiga, uma atitude acertada e oportuna pode dar sentido e dando novo rumo, salvando uma vida. Vale todo o esforço e com a prática do bem comum se segue com o ganho da garantia de segurança, da maturidade cristã, valorizando as pequenas coisas deixando para trás o pessimismo e conquistando o amor próprio, através da felicidade de outros. Esta é a chave do sucesso dando sentido do porque estamos neste mundo, tenha absoluta certeza disto.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

domingo, 29 de novembro de 2009

VEREADOR ASSISTENCIALISTA
CERTO OU ERRADO?


Nós estamos confundindo tudo, claro que os vereadores que prestam assistencialismo estão corretíssimos, é uma pratica comum e deve ser apoiada pelos seus eleitores, pois a culpa não são deles, esta PAZ DE CONSCIÊNCIA faz parte do perfil destes vereadores eleitos, afinal de contas alcançaram seus votos convencendo estes eleitores que assim que um político deve agir como a “MÃE” de todos, que está ali para estender a mão a todo o momento. Eles apenas deram seus nomes para a candidatura, quem os pôs lá foram aqueles que foram as urnas e depositaram sua confiança nestes homens santos, que praticam o bem dia e noite, despojados de bens materiais, que podem dispor de muita grana e recursos próprios através de suas influências, se há alguém errado nesta história somos nós que os escolhemos. Se quiser algo diferente disto, coloque suas forças não contra os que estão ocupando aquelas cadeiras, pois estes não têm culpa, são o que são desde sempre, todo mundo sabe exatamente em quem vota. As pessoas não escolhem por acaso seu candidato, por mais simples que seja sempre objetiva algo que o possa beneficiá-lo em algum momento, as pessoas que os procuram pedindo ajuda, sabem que vai haver retorno, afinal de contas votaram nele sabendo do que são capazes. Não adianta lamentarmos que só tenha políticos que não prestam, é só escolhermos candidatos de perfil diferente. Se soubermos para que serve um POLÍTICO FISCALIZADOR E UM POLÍTICO ASSISTENCIALISTA, que são dois perfis distintos, com objetivos completamente diferente, faça sua escolha baseada nisto e assim terá o vereador com o perfil que melhor ti servirá. Qual você quer o vereador assistencialista ou o fiscalizador? É simples pra caramba, basta colher dados de seu candidato, um pouquinho da sua história e terá informações importantes para fazer a escolha que melhor lhe agradar. Agora se vai acertar na sua escolha e não se arrependerá, só acompanhando os trabalhos de seu candidato e cobrando ações de acordo com o perfil escolhido para o voto.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”
PARABÉNS A FACULDADE SANTANA

Parabéns a Faculdade Santana de Salto, por abrir um espaço aqueles que não são alunos, administrando cursos sem cobrar nada, estou no curso de liderança e queria agradecer pela oportunidade, pois é sensacional podermos participar como pessoas comuns e ver o quanto é importante, ações deste tipo, que considero uma ação social. Ainda mais termos um professor do calibre do Sr. Mauro Rodrigues Ribeiro, pessoa que não conhecia, mas aprendi respeitar.

O curso é excepcional, que além de passar toda a sua experiência em anos de trabalho em multinacional, passa ainda conceito de moral e cívica como nenhum outro, buscando formar lideranças que trabalhem em equipe, que sejam honestos e de caráter. Se todo professor educasse seus alunos com tanto empenho e dedicação, dando suporte para uma vida de dignidade, com certeza não teríamos tanta violência e corrupção.

Ainda aconselho as várias lideranças de nossa cidade, sejam elas políticas, empresariais ou de ações sociais a participar deste curso. Com certeza vão melhorar muito no seu desempenho.

Obrigado

Valter Berlofa Lucas