segunda-feira, 15 de março de 2010

O NATURALISTA DA CORRUPÇÃO

Na sistemática política de nosso país, tornou-se tão óbvio a corrupção política, que pré-candidato a “filiação”, já se deve apresentar um currículo diferenciado. Como? Vou explicar dados do perfil, quando criança trapaceou no jogo de bolinha de gude, tacou guspe na mão no bate-bafo, em quantas provas utilizou a maravilhosa cola, quando jovem mentiu com cara de pau ou sem cara de pau para seus pais dizendo que ia à casa de amigos e saiu para a balada, tudo na mais santa inocência, tudo isso fecha uma boa proposta para aprovação acadêmica da política. Com estes sintomas de uma vida de enganos naturais a idade, potencialmente pode se transformar num corrupto profissional naturalista. Aquele que está em plena comunhão com a natureza corrupta, despido de ética, de escrúpulos, de moral, consciência, tudo faz parte do processo, tem que ser deste modo, as negociatas são o sustento do meio, os interesses da maioria são satisfeitos quando levo vantagem, decisão tomada a partir da lista de interesses, da lista de quem financiou a campanha. Dar panetone recheado de dinheiro é caridade, só esquecendo de entregar ta tudo bem, gente vocês não entendem é assim que funciona, a caridade para o meu bolso, como ser um político naturalista sem ser normal despido de interesse emocional, tem que compreender o político precisa estar aprovado nesta academia naturalista da corrupção, ser cara de pau, e ver tudo pelo lado paz e amor, coitadinho dos políticos, se não for assim será expurgado, condenado, não será reeleito, é uma questão de status estar na mídia, o cara passa a ser doutorado em corrupção, ele foi pego e se livrou, passou com nota máxima. Vamos lá, vamos refletir e impedir que essa academia continue, que este campo de políticos corruptos naturalistas se multiplique, sejamos mais seletos no nosso voto, e buscar pessoas capazes de mudar esta história de corrupção, cansar até pode, mas desistir nunca.

Valter Berlofa Lucas
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Um Prefeito que Parece Triste

UM PREFEITO QUE PARECE TRISTE

Em muitos anos de convivência na política saltense, longe da ânsia partidária, comentando os ditames políticos, as conseqüências de vários atos de nossos políticos saltenses, me coloco a vista de uma figura, que muito me marcou e confesso admiração durante o seu pleito legislativo, e agora o então prefeito da Estância Turística de Salto Sr. Geraldo Garcia. Não quero aqui fazer uma defesa ou usurpar destas linhas e denegrir a imagem de ninguém, no entanto há algum tempo estou a observar nosso prefeito nas raras vezes que o vejo em publico, certo que são meus olhos e não estou para influenciar ninguém, mas na minha particularidade não consigo me calar, e sabem que gosto de expressar o que penso. Vejo o então prefeito numa vestimenta de profunda desolação, uma imagem triste num quadro melancólico, que parece que o poder não lhe subiu a cabeça, mas lhe deu um fardo tão pesado que arcado pareça o tempo todo. Escorregadio nos seus gestos, e numa defensiva sem igual, como se tudo que faz deve ser entendido e pronto. Parece sempre estar correndo de algo. Alguns anos atrás em uma conversa particular antes mesmo de ser candidato a prefeito, perguntei se seria candidato a tal cargo do executivo, e me respondeu bastante aflito, perco meu sono pensando nisso. Aquelas palavras sempre ecoam em minha mente toda vez que o vejo, lógico que realmente é uma decisão muito importante digna de perder o sono de qualquer pessoa com bons ideais. Mas o tom e a sinceridade de suas palavras me fazem sempre refletir, o qual o preço de uma vida publica. Se realmente vale a pena, mesmo que seja por valores absolutamente corretos. Enfim espero que seja apenas uma má impressão e não passe apenas de uma opinião e não um fato.

VALTER BERLOFA LUCAS
PASTORAL FÉ E POLITICA
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

domingo, 13 de dezembro de 2009

O SUCESSO DE SER VOLUNTÁRIO

Em tempos de tempos confusos, onde é para fazer seca, chove e onde é para chover, faz seca. Onde homens matam sem motivo, por simplesmente discordar ou querer roubar, não valorizando a vida, desafiando a natureza, como se conseguisse dominá-la. Onde guerras acontecem por motivos banais que ao final não se sabe o que se sabia, pois ficou tão sem nexo que ao final pergunta-se, porque mesmo se guerreou. Onde os sentidos das coisas se perderam e os valores morais escureceram e desapareceram em meio ao mundo caótico, complexado, frustrado e aturdido pela empáfia de uma sociedade. Onde as pessoas acabam não se incomodando mais com a desgraça alheia, olhares nas TVs, que demonstram com tanta veemência a situações inúmeras de desespero humano e acabam achando que tudo é normal. E tem que acontecer inundação, assalto, assassinato, chacina, terremoto, maremoto, prédios racharem, casas desabarem, morros destruírem vidas, pois entendemos que somos culpados desta sociedade estar desvirtuada, jogamos para nós mesmos as responsabilidades de estar tudo um caos. Tudo bem e daí aceitar a culpa é até bem simples ao contrário de desafiá-la e partir para defesa ou ataque como queira definir. Ter a coragem e sair do comodismo e fazer a sua parte, sua pequena porção de colaboração para reverter a situação, sem desculpas de que uma andorinha não faz verão, no entanto nada que um monte delas para transformar-se em um espetáculo .O comodismo é tranqüilo, gostoso cômodo, e sem culpa, pois se não faço ninguém pode me julgar pelo que não fiz, não apareci, ninguém me vê e fico a espreita oculto e seguro na minha posição de nada fazer. Então levantar e sacudir a poeira da desilusão, da mediocridade, da covardia e fazer algo a mais do que deveria, do que poderia, porque não, ser um herói, não da massa, mas que seja de um só, estender a mão nem que seja para apontar um caminho, nos faz tão bem, transforma a alma, purifica o coração, bate tão forte que a emoção de ver um sorriso de agradecimento tamanho não há, o corpo treme, o peito aperta e o fôlego quase se esvai diante de uma criança feliz, de um velho voltar a ter esperança, de um doente voltar a sorrir. A doação de um tempo ínfimo pode valer por gerações, recuperar a vida alheia perdida pelos caminhos transviados pelas desilusões do destino. Isto tudo nos mostra o quanto uma simples palavra amiga, uma atitude acertada e oportuna pode dar sentido e dando novo rumo, salvando uma vida. Vale todo o esforço e com a prática do bem comum se segue com o ganho da garantia de segurança, da maturidade cristã, valorizando as pequenas coisas deixando para trás o pessimismo e conquistando o amor próprio, através da felicidade de outros. Esta é a chave do sucesso dando sentido do porque estamos neste mundo, tenha absoluta certeza disto.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

domingo, 29 de novembro de 2009

VEREADOR ASSISTENCIALISTA
CERTO OU ERRADO?


Nós estamos confundindo tudo, claro que os vereadores que prestam assistencialismo estão corretíssimos, é uma pratica comum e deve ser apoiada pelos seus eleitores, pois a culpa não são deles, esta PAZ DE CONSCIÊNCIA faz parte do perfil destes vereadores eleitos, afinal de contas alcançaram seus votos convencendo estes eleitores que assim que um político deve agir como a “MÃE” de todos, que está ali para estender a mão a todo o momento. Eles apenas deram seus nomes para a candidatura, quem os pôs lá foram aqueles que foram as urnas e depositaram sua confiança nestes homens santos, que praticam o bem dia e noite, despojados de bens materiais, que podem dispor de muita grana e recursos próprios através de suas influências, se há alguém errado nesta história somos nós que os escolhemos. Se quiser algo diferente disto, coloque suas forças não contra os que estão ocupando aquelas cadeiras, pois estes não têm culpa, são o que são desde sempre, todo mundo sabe exatamente em quem vota. As pessoas não escolhem por acaso seu candidato, por mais simples que seja sempre objetiva algo que o possa beneficiá-lo em algum momento, as pessoas que os procuram pedindo ajuda, sabem que vai haver retorno, afinal de contas votaram nele sabendo do que são capazes. Não adianta lamentarmos que só tenha políticos que não prestam, é só escolhermos candidatos de perfil diferente. Se soubermos para que serve um POLÍTICO FISCALIZADOR E UM POLÍTICO ASSISTENCIALISTA, que são dois perfis distintos, com objetivos completamente diferente, faça sua escolha baseada nisto e assim terá o vereador com o perfil que melhor ti servirá. Qual você quer o vereador assistencialista ou o fiscalizador? É simples pra caramba, basta colher dados de seu candidato, um pouquinho da sua história e terá informações importantes para fazer a escolha que melhor lhe agradar. Agora se vai acertar na sua escolha e não se arrependerá, só acompanhando os trabalhos de seu candidato e cobrando ações de acordo com o perfil escolhido para o voto.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”
PARABÉNS A FACULDADE SANTANA

Parabéns a Faculdade Santana de Salto, por abrir um espaço aqueles que não são alunos, administrando cursos sem cobrar nada, estou no curso de liderança e queria agradecer pela oportunidade, pois é sensacional podermos participar como pessoas comuns e ver o quanto é importante, ações deste tipo, que considero uma ação social. Ainda mais termos um professor do calibre do Sr. Mauro Rodrigues Ribeiro, pessoa que não conhecia, mas aprendi respeitar.

O curso é excepcional, que além de passar toda a sua experiência em anos de trabalho em multinacional, passa ainda conceito de moral e cívica como nenhum outro, buscando formar lideranças que trabalhem em equipe, que sejam honestos e de caráter. Se todo professor educasse seus alunos com tanto empenho e dedicação, dando suporte para uma vida de dignidade, com certeza não teríamos tanta violência e corrupção.

Ainda aconselho as várias lideranças de nossa cidade, sejam elas políticas, empresariais ou de ações sociais a participar deste curso. Com certeza vão melhorar muito no seu desempenho.

Obrigado

Valter Berlofa Lucas

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Política tambem é Fashion

POLÍTICA TAMBÉM É FASHION

O que é FASHION? Traduzindo para o português é moda, estilo, hábito, maneira, formar, moldar, adaptar, talhar. O momento de algo que queremos por em evidência, destacando como a realidade considerada a tal, onde todos podem aderir que está na boa. A política também é fashion quando vemos que continua no seu modismo à concorrência pela corrupção, desfilando seus trajes a rigor, com características meramente encantadas de muita magia e floreada de dizeres que subestimam a capacidade individual de cada um, nos fazendo de expectadores de uma passarela, onde mostram vestimentas caracterizadas, mas fantasiosas, onde vemos uma roupa que nunca ousaríamos comprar, mas por ser fashion dizemos ta na moda, então é bonito. Ser político corrupto ta na moda, deixa ele, tadinho, não vai conseguir mudar a realidade. Políticos desfilam cheios de medalhas da corrupção, mas como é fashion. E o desfile prossegue e continuamos a olhar babando e incrédulos de como é possível alguém estar ridículo naquela roupa e desfilar com tanta maestria, políticos corruptos continuam desfilando pelos corredores do governo e ficamos a só observar e dizendo amém, apesar de acharmos esquisito, mas é fashion. Como podemos ser contra?


Valter Berlofa Lucas
PASTORAL FÉ E POLÍTICA
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

domingo, 12 de julho de 2009

DIREITO DE MANIFESTAR

RESPOSTA AO DIREITO DE MANIFESTAR


Na defesa de um direito adquirido pela constituição brasileira, as organizações sociais de nossa cidade expuseram em algumas manifestações suas opiniões a respeito de alguns pontos que discordam dos mandatários de nossa cidade, tudo na paz, sem constrangimentos, podemos dizer que foi impecável. Um dos pontos de discordância foi o secretario da cultura Sr. Valderez que de acordo com os movimentos discordam da sua postura enquanto secretário, razões a parte. Logicamente quem está sendo alvo de criticas não se sente a vontade e tem o direito de se defender, no caso o Secretário da Cultura, expôs seu parecer em sua coluna do caderno 2 do Tapera do dia 04 de julho, com uma classe que lhe é própria e que invejo, pois sua cultura e poder de expor num texto toda sua inquietação diante das criticas até confunde e me deixa assim meio encabulado e atordoado pela minha deficiência em entender sua classuda defesa, talvez nunca alcançarei seu nível literário e intelecto. Não sei bem qual verdade defende no fim das contas, entendo que ridiculariza entidades respeitadas e que já demonstraram em eventos suas propostas sociais, atingindo uma camada da sociedade que não alcançam determinados benefícios sociais. Talvez como o secretario coloca que não lhe atinge tais reverências a sua pessoa, pois de acordo, com o mesmo citando um tal de Ibrahim Sued em suas “colunas sociais“ que já dá para entender lidava com a elite carioca, onde citava um ditado árabe, “OS CÃES LADRAM E A CARAVANA PASSA”, certos de interpretações cabíveis me vejo como um destes cães, talvez um vira-lata que é chutado e desprezado, vejo que se fosse de raça talvez ele notasse e até acolhesse, mas sendo vira-lata que importância tem, cita ainda em seu texto “Olho vivo, que cavalo não desce escada”, sei lá o que quis dizer com isso, mas está parecendo que o mesmo não consegue descer as escadas de seu pedestal, e se somos os pangarés da história, nos orgulhamos da nossa postura, talvez seja a diferença entre suas posições em relação a cultura, onde ainda pensa que lidar com o povo, é sentar em um cavalo branco com armadura impecável e desfilar entre o povo se ajoelhando aos seus pés e reverenciando sua majestade. Quando resolver entender que o povo precisa ser valorizado para aprender algo, talvez e tão somente talvez entenda o que reivindicamos, não distorça nossas reivindicações com afirmações sovinas do verdadeiro intento de nossas ações. Que é simplesmente, secretario, ouvir e tenha um olhar de baixo para cima para população, se coloque no lugar dos descamisados, que tem a cultura da sabedoria popular.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”

terça-feira, 28 de abril de 2009

CIDADANIA É UMA VOCAÇÃO


Como tudo que realizamos nesta vida, depende de afeição, identificação, prazer, jeito, aprendizado, pois podemos a vir gostar quando conhecemos de perto, a cidadania também caminha dessa forma, logicamente que ser cidadão é um estado em que nos encontramos por vivermos em sociedade, e não dá para dizer eu não sou. Ao contrário de dizer eu não sou pintor, pedreiro, médico, engenheiro e outros. Podemos mo máximo alegar ignorância ou mesmo não ligar para ações de cidadania. O fato é que vivemos rodeados pelas causas da cidadania, pela variadas situações que nos obrigam diante da lei obedecer a regras e seguirmos procedimentos alegados para nos auxiliar a não agirmos de qualquer jeito, havendo uma ordem, pontuando tudo que podemos fazer sem prejudicar o outro. Provendo a nossa liberdade até onde inicia a do outro. O que nos faz cidadãos não é tão somente seguir leis e eleger um representante, mas o fato de podermos contribuir para o bem comum de nossa comunidade, no entanto temos que nos atrever a agir diante das injustiças, e buscar meios de melhorar nossa vida em sociedade, acontecem que muitas vezes no entendimento de nossos governantes que se aproveitam mesmo com “boas intenções”, em nome de uma lógica política nos fazem vitima de suas decisões, nos envolvendo de tal forma, que acabamos engolindo absurdos de aumento de impostos, como IPTU, ÁGUA e até multas desnecessárias que em vez de investir em educação preferem punir e jogar a culpa em nós simples vitima do descaso de autoridades políticas. Por outro lado construir um Castelo da Cultura para satisfazer o ego do Rei da Cultura é mais importante do que dar um aumento descente aos funcionários públicos. Isto tudo nos faz pensar onde está à justiça destes nossos governantes que há pouco nos fazia caricias e tapinhas nas costas e hoje quando questionados se irritam e nos fazem cara feia, quando expressamos nosso direito de cidadão. Como se nós fossemos os raptores do direito, da justiça, da liberdade, eles tem o direito de fazer o querem e nós temos o direito de só pagar aumentos de 200%.

Valter Berlofa Lucas
“Pastoral Fé e Política”
“Desenvolvendo a Cidadania”

sábado, 28 de março de 2009

DEMOCRACIA SÓ NA HORA DO VOTO


Quantas vezes já votamos, quantas vezes achamos dificuldades em escolher um candidato, quantas vezes ficamos decepcionados com o voto em um candidato que perdeu as eleições, quantas vezes reclamamos das decisões erradas por eles tomadas. No entanto quantas vezes ficamos sentados esperando que acertem nas decisões, que façam alguma coisa pelo nosso bairro, pela nossa cidade sem ao menos expressarmos nossa opinião. Acontece que parece estarmos congelados na democracia do voto, a partir dali somos meros expectadores de atos públicos, inaugurações, discursos, projetos que nada nos beneficiam, impostos que são aumentados. Parece que nossa vida é ser um fantoche, manipulado e conduzido de acordo com aqueles que estão no poder, claro que delegamos a eles tal bastão, mas não quer dizer que temos que ser omissos que não podemos nos expressar ou mesmo acompanhar e até opinar. O fato é como podemos participar, como podemos influenciar de alguma forma, é tudo uma questão de atitude. Assistir a sessão da câmara já é um caminho, não é preciso ir sempre, mas o suficiente para aprender como agem conhecer de perto os políticos, pois fica mais fácil uma aproximação. Organizar, participar de uma sociedade de amigos de bairro, fazer parte de um conselho municipal, organizar reuniões entre amigos e discutir o que acontece em nossa cidade, organizar palestras de conscientização política, trazer o prefeito, vereador, secretario para discutir determinados assuntos, pois estes como homens públicos estão ao nosso serviço. Por não estarmos organizados, e não exercermos a cidadania que damos este espaço para que os políticos façam o que desejarem, não que todas às vezes suas decisões estejam erradas, mas podem equivocar-se nas decisões. Assim se estivermos atentos e prestarmos atenção, enviando um simples e-mail, por exemplo, a um político, dando nossa opinião, pode porque não mudar alguma coisa. Por esta razão que nós da Pastoral fé e Políticas, buscamos sempre demonstrar na prática quanto é importante exercer nossa cidadania. Eles não gostam muito, da nossa presença, mas é nosso direito e cara feia não tira pedaço de ninguém.


Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“DESENVOLVENDO A CIDADANIA”
VIDA DURA DE VEREADOR

Uma fonte inesgotável para qualquer um comentar, como não consigo ficar no meu canto, faço minhas observações, buscando não uma critica aplicada e sim uma observação do desespero do vereador. Ficou bem claro para todos que estavam presentes a primeira sessão, que foi um dia de marcar território e buscar uma auto-afirmação, pois como inicio de um mandato pegou mal a história de assessores e todo o resto, mesmo porque como os políticos de castelos estão desmoralizando a categoria, fica difícil acreditarmos em discurso ou mesmo justificativas, não desmerecendo e sendo pouco compreensível, mas o fato é que não conseguimos ver verdade nas palavras de qualquer político, seus feitos na maioria das vezes não são visíveis, e nesta o prefeito, por exemplo, é muito mais fácil enxergar suas obras e ações, já para o vereador fica a sua intenção, sua vontade, sua fala de que entrou em contato com o executivo, com deputado fulano de tal, dar um nome de rua, uma moção, um título de cidadão, discurso, blá, blá, blá e coisa e tal, além do que ter que repartir os feitos do prefeito com mais dois ou três edis que dizem também ter sugerido, conquistado a verba e tudo o mais. Vereador tem uma missão dura por levar a fama de tudo, pois ele é quem aprova tudo, e mesmo se não for, pergunta-se porque não fiscalizou direito. Para o cidadão se for bom ou ruim o seu mandato não importa, mesmo quem votou a favor ou contra, todos são nivelados ao mesmo patamar. Mesmo porque até a próxima eleição o eleitor já esqueceu. Ainda bem que são bem pagos, compensa a bronca.

Valter Berlofa Lucas
Pastoral Fé e Política
“Desenvolvendo a Cidadania”